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Araújo e Brito querem solução para possibilitar acesso de famílias no final da Rua Porto Alegre

        Hilário e seu filho Carlos Tizoco destacam que o problema é um drama que vem sendo diário desde o ano de 2012, tendo hoje como melhor caminho a chácara ao lado de sua propriedade para sair até a via pública. “Antes da realização da pavimentação, obra realizada pelo Orçamento Participativo, mesmo de chão batido o deslocamento era mais fácil, até mesmo levando alguém em uma cadeira de rodas”, destacam.

         Carlos reforça que não é somente o deslocamento, mas a impossibilidade da chegada de ambulância, bombeiros, veículos de segurança pública, como de entrega dos CORREIOS, supermercados e lojas do município, ou seja, a descarga deve ser feita antes de iniciar a descida e o trajeto é uma trilha que, em dias de chuva piora sensivelmente. “Lembrando que nem mesmo água encanada da CORSAN nós temos”.

 “Temos que levar o lixo até a rua de cima, como trazer as compras do mercado nesta distância, no braço mesmo. Com a idade dos pais e problemas que saúde que venham a ocorrer, piora ainda mais esta realidade. Nem mesmo um automóvel podemos comprar atualmente, pois teríamos que deixa-lo na rua, longe de casa, sem proteção e segurança, ou seja, é inviável”.

         O morador lembra ainda que, quando seu pai adoeceu e houve a necessidade de uma ambulância, a mesma acabou estragando por não conseguir subir a ladeira, necessitando do uso de guincho após quebrar o disco do motor. “O motorista até tentou por diversas vezes, mas o veículo acabou estragando”.          

         Vereador Claudemir de Araújo lembra que, quando recebeu a ligação dos proprietários e deslocou-se até o local, teve grande dificuldade de localizar, já que a Rua Porto Alegre está localizada no mapa como área central. “Hoje a pessoa que chega até as propriedades tem que andar cerca de 150 metros praticamente em zigue zague, pois depois que a obra do OP foi concluída enterrou-se duas famílias vivas. Antes tinham acesso, mesmo que precário, veículo para a família, e hoje isto é impossível. Não tem acesso, água da CORSAN e moram em via, pelo mapa, central. Para tanto, pagam o IPTU com um preço elevado que não lhes proporciona melhorias”. 

         Luiz de Brito solicita sensibilidade do Poder Público com relação a atual situação das duas famílias. “Todo cidadão tem o direito de ir e vir com condições, mas hoje estes estão ilhados, sem contar que a obra consta como acabada junto a Prefeitura, diferente do que presenciamos no local”.