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Com três votos contrários e uma abstenção, Legislativo aprova repasse de recursos para o Erechim Moda Show

          O Erechim Moda Show é o maior evento de moda da região Norte do estado e exerce atratividade sobre os estado catarinense, cumprindo importante papel para a busca do macro-objetivo, que é o de tornar a região do Alto Uruguai reconhecida nacionalmente como polo da indústria têxtil e do vestuário e polo da capacitação de profissionais da moda.

         Evento contempla palestras com informações sobre tendências de moda, relações existentes de moda e cultura, comportamento de consumo, análises socioeconômicas, buscando oportunizar, aos participantes, a ampliação do conhecimento sobre as mais novas tecnologias empregadas nas indústrias têxteis, seus custos e benefícios, além de novos métodos que permitam aumentar a competitividade das empresas e estimular a constante ligação destas com seus mercados alvos. Essa ampliação de conhecimento possibilitará, às empresas e profissionais do setor, a implementação de ações eficazes para aumentar o desenvolvimento econômico dos negócios da moda da região, com maior geração de empregos e arrecadação de tributos para a comunidade de Erechim e região.

         Cadeia produtiva do vestuário foi classificada como de grande importância estratégica para o desenvolvimento regional, conforme levantamento realizado durante a elaboração do planejamento estratégico regional pela Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai. Erechim e região são consideradas o terceiro maior polo produtor da indústria do vestuário do Estado, levando em consideração o critério do número de empregados, sendo somente antecedido pelas regiões da serra e metropolitana.    

         Justificando o seu voto, o vereador e sindicalista Silvio Ambrózio ressaltou que o setor do vestuário é o terceiro da economia local, mas que infelizmente é o que tem 80% de trabalhadoras contratadas que, segundo ele, estariam adoecendo.

          “É o setor que menos paga salário, não cumprindo o piso regional que é de R$ 1.030, pagando R$ 850,00. Desenvolvimento é parar de alijar as trabalhadoras que hoje não trabalham mais por salários, mas sim por peças produzidas e estão arrebentando os braços e as mãos. Não sou contra as empresas do setor, mas contra a falta de qualificação e o salário pago a estas trabalhadoras”, pontua.