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Denominação de Rua Aléssio Bevilacqua é aprovada de forma unânime

         Vereadores aprovaram, durante sessão ordinária da Casa na última segunda, Projeto de Lei Legislativo de autoria do vereador Zé da Cruz, na qual denomina artéria de nosso município de Aléssio Bevilacqua – Comerciante, localizada na Secção Paiol Grande.

         Filho de Crispim Bevilacqua e Theodolinda, Aléssio nasceu em Marcelino Ramos em fevereiro de 1926. Residindo cerca de 50 anos em Erechim, era filho de imigrantes italianos. Casado com Maria Imelda Moron, teve seis filhos: Cláudio, Cesar, Celso, Cleto e Cleci e destes seis netos.

         Aos 11 anos de idade já trabalhava na casa comercial se seu irmão no município de Gaurama. No início dos anos 50 aprendeu sozinho a dirigir um caminhão da empresa onde transportava cereais para São Paulo e trazia outras mercadorias.

         Foi incentivador da tradição do chimarrão, como responsável pela indústria de erva-mate, comprava material de fornecedores da região em CapoErê e Erebango e em Santa Catarina, no município de Canoinhas.

         Em 1966, na Feira Regional Industrial Agropecuária de Erechim – Frinape e Festa Nacional do Chimarrão, coordenou o estande que tinha uma mini ervateira para demonstração. Na safra cuidava da produção que era vendida em grandes quantidades em vagões fechados para o Uruguai, Argentina e cidades da fronteira.

         “A empresa onde era sócio também incentivava o plantio de cevada. Nos anos 70 comprava o produto para a então Cervejaria Serramalte de Getúlio Vargas. Sempre deu força para a cultura e esporte, com o filho participando do Orfeão do Colégio Medianeira e do Grupo de Patinação Os Reis das Rodas, o qual chegou a ser presidente e tesoureiro”.

         Estava sempre envolvido na vida da comunidade, pois ajudava nos mutirões de arrecadação de recursos com a realização de almoços e jantares para a ampliação do  Colégio Marista e na construção do Palácio dos Esportes – hoje ginásio de esportes.

         “Além de sua trajetória delinear, foi um grande homem de família e um excelente profissional, foi um exemplo de dignidade e generosidade para os cidadãos, contribuindo por mais de 38 anos com seu trabalho na organização da festa da Romaria de Nossa Senhora de Fátima. Atuou como festeiro e ajudou na reconstrução do Colégio São José quando foi atingido por um incêndio em 1963”. Faleceu aos 76 anos de idade em 2002.