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Luciano José Campesato ganha nome de via pública no município

 

         Aprovado nesta segunda, por unanimidade de todos os vereadores presentes, Projeto de Lei Legislativo, de autoria do Primeiro Secretário da Mesa Diretora, vereador Sargento Fávero, no qual denomina via pública de nosso município de Luciano José Campesato – Pioneiro, localizada em parte das chácaras de número 06 e 08 do Polígno 30 de Abril.

         “Falar de Luciano José Campesato nos enche de alegria, pois foi uma pessoa que muito contribuiu para o desenvolvimento de Erechim e região. Também nos deixou um legado de muito amor, carisma e dedicação. Estes fatos necessitam ficar eternizados em nosso município e isto ficará marcado na data de hoje”, pontua o vereador.

         Luciano nasceu na capital do Estado em 1917. Filho de Luciano Campesato e Luiza Basaco, aos 13 anos de idade, juntamente com seus pais passou a morar em CapoErê onde dedicou-se a agricultura. Como havia estudado até a antiga quinta série em Porto Alegre, sendo algo raro para a época, também dedicava-se a ensinar as pessoas da comunidade a ler e escrever.

         “Temos que destacar a boa vontade e interesse que igualmente demonstrava para transmitir seus conhecimentos a terceiros e bem ensinar a todas as pessoas, sem nada receber em troca”.

         Aos 21 anos de idade casou-se com Adelina Talgati (in memorian), também residente na comunidade, resultando desta união sete filhos. Naquela época passou a trabalhar junto a Prefeitura Municipal, tendo desempenhado a função de zelador de estradas municipais, algo que na época era uma profissão de grande importância devido a carência de máquinas.

         Quase tudo era realizado de forma manual. As estradas eram abertas com picões, pás e com alavancas. O transporte de materiais, terras, pedras e outros eram realizados com carroças.

         “Tudo era feito na força do braço. Este trabalho, por si só já nos deixa exemplos de superação, pois hoje possuímos máquinas e outras tecnologias que facilitam o trabalho diário”.

         Além de desempenhar a função de zelador e ensinar, também trabalhava no carregamento de madeiras para a ferrovia da época e na agricultura. Faleceu em 1997 aos 80 anos de idade.