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Projeto de Lei denomina artéria de Oreste Antônio Zamboni

         Vereadores aprovaram, por unanimidade, Projeto de Lei Legislativo, de autoria do vereador vice presidente da Mesa Diretora, Zé da Cruz, no qual denomina artéria de nossa cidade de Rua Oreste Antônio Zamboni – Agricultor, localizada no Loteamento Ozana.

         Neto de imigrantes italianos, filho de Eugênio Zamboni e Catarina Rosset, Oreste nasceu em Erechim em 15 de dezembro de 1923 na localidade do Km 8 Dourado. Foi batizado, crismado, fez a primeira comunhão e casou na Igreja São José, atual Catedral.

         Apesar das dificuldades existentes na época, conseguiu concluir o Primário. Em maio de 1948 casou-se com Delize Binatto, sendo que continuou residindo no mesmo local, junto com seus pais que cuidou até o fim de suas vidas.

         Oreste teve quatro filhos, Altair, Delinde, Realdina e Ivete, sete netos e três bisnetos. “Desde jovem sempre trabalhou na agricultura, trabalho esse totalmente braçal em terras desfavoráveis que exigiam muito esforço e pouco produziam”.

         Foi sócio fundador das comunidades do Km 10 Dourado e do Km 6 Dourado, das quais sempre foi atuante, sendo membro das diretorias, disponibilizando muito tempo de trabalho e fez doações para construção das igrejas e das escolas.

         Por muitos anos foi associado do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Erechim e da Cooperativa Tritícola Erechim (Cotrel). Enfrentou vários problemas de saúde na família junto com sua esposa, perdendo a sua filha Realdina de 29 anos, vítima de câncer.

         “Mesmo com tantas dificuldades sempre incentivou os filhos a estudarem para progredirem com o fruto do próprio trabalho, e não passar pelas mesmas dificuldades pelas quais teve que passar. A família sempre vinha em primeiro lugar, por isso sempre a manteve unida. Sua esposa sempre o apoiou e o acompanhou em todas as atividades da agricultura, apesar da saúde frágil”, destaca Zé.

         Em 1985, por problemas de saúde da esposa teve que abandonar a agricultura e transferiu-se para Erechim onde passou a residir no Bairro Koller. “Durante seus últimos 20 anos dedicou-se de corpo e alma para cuidar de sua esposa enferma, sempre com amor, carinho e zelo, sem jamais esmorecer, pois era um homem muito religioso. Sua fé em Deus e sua devoção a Santo Antônio o ajudaram a suportar a cruz que lhe foi imposta”. Faleceu em 2005.