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Vereadores aprovam o repasse de recursos para associações e escolas do município

        PL de número 094/2015, firma convênio com a Associação de Moradores Esporte Clube Rio Verde, visando ao repasse de recursos para auxilia-la na realização de melhorias no Salão Comunitário, no valor de R$ 12 mil.

         PL de número 095/205, firma convênio com o Clube Agrícola Esportivo e Recreativo Progresso, visando o repasse de recursos na reforma do Salão Comunitário da entidade e na aquisição de mobiliários e utensílios, no valor de R$ 12 mil.

         PL de número 096/2015, firma convênio com a Mitra Diocesana de Erexim, visando o repasse de recursos financeiros para auxiliar a Comunidade São Mateus – Paróquia Sonha Senhora da Salete, cuja edificação da sua sede social está sobre imóvel de propriedade da Mitra, no valor de R$ 20 mil.

         PL de número 097/2015, firma convênio com a Mitra Diocesana, visando o repasse de recursos para auxiliar a Comunidade Bairro Peccin – Capela Nossa Senhora da Saúde, Paróquia São Cristóvão, cuja edificação de sua sede social está sobre imóvel na mesma, no valor de R$ 41.448.

         PL de número 098/2015, firma convênio com a Associação dos Moradores do Bairro Morada do Sol, visando ao repasse de recursos para auxiliar na continuação do Salão Comunitário, no valor de R$ 61 mil.

         PL de número 100/2015, firma convênio com a Mitra Diocesana, visando o repasse de recursos para auxiliar a Comunidade São Paulo – Paróquia Catedral, no valor de R$ 13 mil.

         PL de número 101/2015, firma convênio com a Mitra Diocesana, visando repasse de recursos para auxiliar a Comunidade São João Giaretta – Capela São João Batista – Paróquia São Cristóvão, no valor de R$ 19.444.

         PL de número 103/2015, firma convênio com a Associação de Moradores do Bairro Boa Vista, visando o repasse de recursos para auxiliar na reforma da Capela Comunitária, no valor de R$ 43.750.

         PL de número 104/2015, firma convênio com a Mitra Diocesana para auxiliar a Comunidade da Capela Nossa Senhora Consolata, Paróquia São Cristóvão, no valor de R$ 35 mil.

         PL de número 105/2015, firma convênio com a Mitra Diocesana, visando repasse de recursos para auxiliar a Comunidade da Capela Cristo Rei, Paróquia Catedral, no valor de R$ 16.500.

         PL de número 106/2015, firma convênio com a Associação de Moradores do Povoado Santa Tereza, visando repasse de recursos para auxiliar na reforma da sede comunitária da entidade, no valor de R$ 12 mil.

         PL de número 107/2015, firma convênio com o CPM da Escola Estadual de Ensino Médio Professora Helvética Rotta Magnabosco, visando repasse de recursos para auxiliar na construção de uma cobertura de acesso entre o portão e a porta principal da Escola, no valor de R$ 29 mil.

         PL de número 109/2015, firma convênio com a Associação de Moradores do Parque Lívia, visando o repasse de recursos para auxiliar nas melhorias do Salão Comunitário, no valor de 45 mil.

         Na manifestação dos vereadores, Leandro Basso destacou a satisfação em votar os projetos pela importância de cada um dentro do Orçamento Participativo. “As comunidades tem mudado a sua estrutura a partir das ações do OP. Mas nossos salões não podem ser construídos para duas ou três festas ao ano, mas para a realização de atividades semanais envolvendo crianças, idosos e todos que pertencem a comunidade e proximidades. São R$ 360 mil, valores estes que são discutidos com todos os moradores. Em um universo de R$ 200 se discute R$ 10 junto às comunidades. Pergunto, porque as comunidades conseguem construir imóveis com preços bem abaixo das obras realizadas pelo Poder Público?”.

         Eni Scandolara destacou que tem repetido a responsabilidade que os vereadores tem sobre seus ombros. “Porque estamos com tantos problemas sociais e recursos para os fins públicos. O dinheiro público não é fiscalizado. Hoje nós empobrecemos e os recursos não nada menos que os impostos que estão voltando para as comunidades. Ninguém tem dignidade quando as portas dos hospitais se fecham. Se paga muito e se tem pouco retorno, temos que fiscalizar a destinação do dinheiro público”.

         Zé da Cruz destacou a sua satisfação em falar de recursos oriundos de impostos, mas discutidos com a comunidade. “Nunca se discutia com as comunidades. Havia muitas sedes velhas, sem ginásio social e outras melhorias. O orçamento não estica e esta Casa aprova uma previsão orçamentária e não fixa. Município está fazendo o papel do Estado e da União. Não atrasamos contas e os cofres estão em dia, como também as comunidades nunca foram beneficiadas com tantos recursos da dotação orçamentária, pois 100% do orçamento é discutido com as comunidades”.

         Para Valdemar Loch, os recursos se multiplicam pela contrapartida e pelo amor de cada um em suas comunidades. “Os recursos do OP beneficiam toda população. Lembro que, quando secretário da Pasta da Fazenda o prefeito Polis sempre trabalhou para que não faltassem recursos ao OP, e o resultado é mais de R$ 30 milhões até o final deste ano”.  

         Marcos Lando destacou, como sempre faz com relação a recursos para entidades, que deveria se balizar pela igualdade a todas as necessidades básicas. “Se tira recurso de uma área para atender outra, ou seja, se prioriza uma necessidade, mas deixa-se de lado outra descoberta. Se a prefeitura está tão bem de recursos, porque vivemos o atual momento em que se atravessa o Brasil. Votamos recursos em um momento em que falta para a saúde. Não sou contra, mas devemos analisar a atual situação”.

         Ernani Mello falou da satisfação em ver a Casa lotada, mas destacou que os vereadores são questionados quando se fala do OP. “Sou a favor que se fortaleçam as comunidades, mas devemos lembrar que do outro lado falta muita coisa na saúde, está um caos, em grandes dificuldades, visto que não é mais admissível levar seis meses para a realização de um exame. O OP deveria ser discutido de outra forma, a exemplo da saúde, educação, obras, segurança, como o que vai para as associações”, pontuou ao lamentar o atraso na conclusão do acesso ao Bairro Novo Atlântico.

         Clarice Moraes frisou que existem muitas dificuldades na Fundação Hospitalar, mas também lembrou que outras casas de saúde também estão passando pelo mesmo aperto financeiro. “Existem casos que temos que esperar”. Com relação aos recursos, ressaltou o trabalho que é realizado pelos moradores. Pode ser pouco, mas antes não tinha nada”.

         Lucas Farina destacou que esta é uma concepção do atual Governo para definir as prioridades das comunidades. “Acabou o tempo de resolver as coisas dentro dos gabinetes. A comunidade ajuda o governo a definir as suas prioridades. Temos várias demandas das já apontadas como saúde, educação, segurança e acessos as comunidades. Estamos avançando, temos bons locais para encontros entre as comunidades, o que auxilia a própria saúde pelo bem estar do cidadão” 

         Nadir Barbosa falou do Colégio da área industrial que é do Estado, mas recebe auxílio do município. “As comunidades decidem os valores, portanto não podemos contestar. Desde o início do mês são mais de R$ 1 milhão que vem em boa hora”. 

LesTork
LesTork disse:
06/07/2019 18h09
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